sábado, 28 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
"Do outro lado, a Ásia" de Joana Pinto Coelho
“Disseram-me, quando voltei do ano AFS na Holanda nos idos de 2005, que era só natural que quisesse sair outra vez de Portugal. Falaram em “bichinho das viagens” e em “ainda bem que queres ver o mundo”. Talvez tivessem razão."
VISITEM A EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "DO OUTRO LADO, A ÁSIA" de Joana Pinto Coelho, uma estudante AFS no ano de 2005!
Dia da Interculturalidade
(Na fotografia: Beatriz Luz)
Na passada sexta-feira, dia 20 de Maio, o nosso grupo (golivelife) realizou na presença de todos os alunos da ESPR o Dia da Interculturalidade. Este dia teve como intuito dar a conhecer à comunidade escolar um pouco mais sobre a intenção da AFS - unir povos e difundir a paz pelo mundo a partir de estudantes que queiram descobrir o mundo lá fora.
Esperamos, sinceramente, que este dia tenho sido útil para todos aqueles que querem conhecer, aprender e viver mais. Esperamos de igual modo que se tenham apercebido que há várias formas de se envolverem no mundo da interculturalidade. A AFS é (como já foi explicado) uma organização que contém variados tipos de programas interculturais. Desde intercâmbios, voluntariado internacional e nacional. Aventurem-se num destes programas e vivam o que o mundo tem para vos dar.Agradecemos desde já a disponibilidade de todos os elementos da comunidade escolar durante este dia.
Para mais dúvidas contactem-nos: golivelife.espr@gmail.com
Saudações interculturais,
GoLiveLife
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Dúvidas
No mês passado deixámos ao dispor dos alunos da ESPR uma caixa onde poderiam colocar as suas dúvidas.
Recebemos algumas que, independentemente da sua seriedade, serão agora respondidas, pois tratam-se de questões que podem ser importantes para determinadas pessoas.
O que quer dizer AFS?
AFS quer dizer American Field Service. Inicialmente a missão desta organização consistia em transportar soldados franceses que haviam sido feridos em combate, daí o seu nome.
Gostam do trabalho?
Sim, gostamos bastante. O ínicio foi tumultuoso, mas precisamente por gostarmos do tema é que o defendemos e conseguimos desenvolver.
E se as famílias nos maltratarem? O que fazemos?
Como devem calcular, uma organização como a AFS não vos vai abandonar assim que entrarem na vossa nova casa. Vão, na realidade, manter contacto convosco através de uma entidade que acompanhará a vossa estadia. Assim, caso tenham algum problema devem falar com essa pessoa e a organização arranjar-voa-á uma nova família.
Há ajuda monetária para quem vai para fora?
Sim, há em vários casos. Podes adquirir bolsas de estudos se preencheres os requisitos exigidos.
"De forma a garantir diversidade sócio‐económica e geográfica dos participantes nos seus Programas, aIntercultura‐AFS Portugal tem atribuído bolsas de estudo ao longo dos anos.
"De forma a garantir diversidade sócio‐económica e geográfica dos participantes nos seus Programas, aIntercultura‐AFS Portugal tem atribuído bolsas de estudo ao longo dos anos.
Caso desejem candidatar‐se a uma bolsa de estudo, os documentos necessários para a análise da candidatura são:
- Nota de devolução das Finanças do último IRS;
- Os recibos de salário (de todos os membros do agregado que exerçam actividade profissional) dos últimos 6 meses.
A candidatura à bolsa de estudos só é realizada após a selecção do candidato pela Intercultura‐AFS Portugal. Reservamo‐nos o direito de não atribuição de qualquer bolsa." fonte
Saudações interculturais,
GoLiveLife
segunda-feira, 16 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Acolha um estudante!
"Em Setembro chegarão a Portugal mais de 100 estudantes provenientes dos mais variados países do Mundo, tais como Tailândia, Japão, Estados Unidos da América, Chile, Hungria, Finlândia e México. Estes estudantes viverão com uma família de acolhimento e frequentarão uma escola secundária próxima da área de residência da família, para aprenderem os nossos costumes, tradições e idioma.
A Intercultura-AFS procura famílias de acolhimento voluntárias, interessadas em acolher um desses estudantes durante um trimestre, semestre ou um ano lectivo, permitindo-lhes obter uma visão mais completa e profunda sobre a cultura e vida do nosso país.
Para as famílias de acolhimento é uma excelente oportunidade de conviverem com um estudante de uma cultura diferente, partilhando o dia-a-dia da cultura portuguesa e conhecendo melhor uma cultura de outra parte do Mundo.
Conheça os nossos estudantes e aventure-se numa experiência única, ao acolher um estudante AFS!"
A Intercultura-AFS procura famílias de acolhimento voluntárias, interessadas em acolher um desses estudantes durante um trimestre, semestre ou um ano lectivo, permitindo-lhes obter uma visão mais completa e profunda sobre a cultura e vida do nosso país.
Para as famílias de acolhimento é uma excelente oportunidade de conviverem com um estudante de uma cultura diferente, partilhando o dia-a-dia da cultura portuguesa e conhecendo melhor uma cultura de outra parte do Mundo.
Conheça os nossos estudantes e aventure-se numa experiência única, ao acolher um estudante AFS!"
Onde fica Caddo? No coração da Rita!
"Olá AFSers!
O meu nome é Rita Pinto e estou a fazer o meu ano AFS nos EUA, mais precisamente em Oklahoma, estado ao lado do Texas.
A primeira coisa em que pensei quando escolhi os EUA como o meu país de acolhimento foi do género, “lindo, aposto que vou parar a uma familia toda moderna no meio de New York e praia a 30 minutos de minha casa”. Pois bem, esta ilusão manteve-se até eu receber um telefonema da AFS a dizer que me colocaram num estado que nunca tinha ouvido falar, no meio do campo. E mais! Ainda me disseram que a minha família tinha vacas, cabras, cães e gatos e que a minha escola inteira, desde o 5º ao 12º, tinha cerca de 300 alunos. Foi um choque para mim, não estava nada à espera.
Cheguei a Caddo, a minha futura pequena vila no meio do nada, em Agosto de 2010. Foi um choque cultural para mim. Sempre fui uma menina de cidade, habituada a ter tudo o que preciso a 5 minutos de casa. Tive que me habituar a uma nova realidade. Esta pequena vila no meio de tantas árvores com apenas um restaurante de fast food e duas bombas de gasolina, era agora a minha nova casa.
No primeiro dia de escola todos vieram falar comigo e fazerem-me perguntas sobre mim e o meu país. Senti-me bem-vinda àquela terrinha tão pequena, as pessoas foram impecáveis comigo! Criei, gradualmente, laços com pessoas fantásticas que dizem que irão a Portugal só para me verem.
A minha família de acolhimento? Não podia ser melhor. São pessoas de uma pureza e simplicidade que na cidade é muito raro de encontrar. É claro que tivemos os nossos altos e baixos, mas sempre resolvemos os nossos problemas conversando calmamente. A aproximação à família não é imediata, como é óbvio. Temos que dar tempo ao tempo e deixar as coisas fluírem naturalmente. Lentamente, criei laços muito muito fortes com cada membro da família. É impressionante como no fim do ano nos apercebemos que arranjámos uma segunda família para a vida.
Enquanto estava nos EUA, recebi a pior noticia que algum dia poderia ter recebido: o meu avô morreu. Éramos muito chegados e tive muito em baixo durante semanas, perdida e sem saber o que fazer. A minha família de acolhimento apoiou-me ao máximo e penso que isso ajudou a sarar parte do buraco vazio dentro de mim. O meu avô de acolhimento um dia disse-me, “Rita, soube da tua perda. Lamento muito. Sei que será impossível substituir o teu avô, mas quero que saibas que estou disposto a ser um novo avô para ti e que podes contar comigo tanto como contaste com ele. Sinto-te como uma neta minha. Apesar de não sermos família de sangue, seremos sempre de alma.” Estas palavras foram como magia em mim.
Sabem que mais? Não vou dizer que esta experiência é fácil, porque não é. Houve pessoas a desistirem e outras a dois passos de desistir. Existem momentos óptimos e momentos péssimos, mas temos de aprender a lidar com eles por nós próprios e sem ajuda de ninguém. Aos poucos, tornamos-nos pessoas independentes, e acreditem que é um grande empurrão para a nossa vida futura. É preciso querer mesmo fazer isto e ter a força de vontade para o fazer. Mas digo-vos uma coisa… Se eu não tivesse feito esta experiência, nunca seria metade do que sou hoje. A AFS fez-me não só crescer como pessoa, mas também abriu-me portas para a descoberta de um mundo totalmente diferente e novo, que eu antes desconhecia.
Be the change you want to see in the world.
Be an exchange student.”
Rita Pinto Estudante AFS - Estados Unidos, 2010/2011 "´
http://www.intercultura-afs.pt/por_po/news/article/11596
O meu nome é Rita Pinto e estou a fazer o meu ano AFS nos EUA, mais precisamente em Oklahoma, estado ao lado do Texas.
A primeira coisa em que pensei quando escolhi os EUA como o meu país de acolhimento foi do género, “lindo, aposto que vou parar a uma familia toda moderna no meio de New York e praia a 30 minutos de minha casa”. Pois bem, esta ilusão manteve-se até eu receber um telefonema da AFS a dizer que me colocaram num estado que nunca tinha ouvido falar, no meio do campo. E mais! Ainda me disseram que a minha família tinha vacas, cabras, cães e gatos e que a minha escola inteira, desde o 5º ao 12º, tinha cerca de 300 alunos. Foi um choque para mim, não estava nada à espera.
Cheguei a Caddo, a minha futura pequena vila no meio do nada, em Agosto de 2010. Foi um choque cultural para mim. Sempre fui uma menina de cidade, habituada a ter tudo o que preciso a 5 minutos de casa. Tive que me habituar a uma nova realidade. Esta pequena vila no meio de tantas árvores com apenas um restaurante de fast food e duas bombas de gasolina, era agora a minha nova casa.
No primeiro dia de escola todos vieram falar comigo e fazerem-me perguntas sobre mim e o meu país. Senti-me bem-vinda àquela terrinha tão pequena, as pessoas foram impecáveis comigo! Criei, gradualmente, laços com pessoas fantásticas que dizem que irão a Portugal só para me verem.
A minha família de acolhimento? Não podia ser melhor. São pessoas de uma pureza e simplicidade que na cidade é muito raro de encontrar. É claro que tivemos os nossos altos e baixos, mas sempre resolvemos os nossos problemas conversando calmamente. A aproximação à família não é imediata, como é óbvio. Temos que dar tempo ao tempo e deixar as coisas fluírem naturalmente. Lentamente, criei laços muito muito fortes com cada membro da família. É impressionante como no fim do ano nos apercebemos que arranjámos uma segunda família para a vida.
Enquanto estava nos EUA, recebi a pior noticia que algum dia poderia ter recebido: o meu avô morreu. Éramos muito chegados e tive muito em baixo durante semanas, perdida e sem saber o que fazer. A minha família de acolhimento apoiou-me ao máximo e penso que isso ajudou a sarar parte do buraco vazio dentro de mim. O meu avô de acolhimento um dia disse-me, “Rita, soube da tua perda. Lamento muito. Sei que será impossível substituir o teu avô, mas quero que saibas que estou disposto a ser um novo avô para ti e que podes contar comigo tanto como contaste com ele. Sinto-te como uma neta minha. Apesar de não sermos família de sangue, seremos sempre de alma.” Estas palavras foram como magia em mim.
Sabem que mais? Não vou dizer que esta experiência é fácil, porque não é. Houve pessoas a desistirem e outras a dois passos de desistir. Existem momentos óptimos e momentos péssimos, mas temos de aprender a lidar com eles por nós próprios e sem ajuda de ninguém. Aos poucos, tornamos-nos pessoas independentes, e acreditem que é um grande empurrão para a nossa vida futura. É preciso querer mesmo fazer isto e ter a força de vontade para o fazer. Mas digo-vos uma coisa… Se eu não tivesse feito esta experiência, nunca seria metade do que sou hoje. A AFS fez-me não só crescer como pessoa, mas também abriu-me portas para a descoberta de um mundo totalmente diferente e novo, que eu antes desconhecia.
Be the change you want to see in the world.
Be an exchange student.”
Rita Pinto Estudante AFS - Estados Unidos, 2010/2011 "´
http://www.intercultura-afs.pt/por_po/news/article/11596
sábado, 7 de maio de 2011
Mais ninguém pode fazê-lo por ti
Inspirados?
Esta é precisamente a mensagem que queremos transmitir: vive a experiência, arrisca, vislumbra todos os horizentes, abre a tua mente, inicia um novo capítulo, elimina os preconceitos, ignora as condicionantes e, acima de tudo, liberta-te e sente tudo aquilo que só pode ser sentido por ti mesmo!
"É a hora!", já dizia Fernando Pessoa.
Entrem nesta viagem com a AFS e absorvam tudo o que dela conseguirem.
Saudações interculturais,
Go Live Life
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